Monday, February 18, 2008

O que acham deste letra?

O destino foi traçado
Com um lápis de carvão
Pode bem ser apagado e alterado
E nem está escrito nas mãos

O destino não se esconde
Atrás de uma porta qualquer
Tens de o saber procurar
E merecer

Seguindo por essa estrada
És tu quem decide o teu caminho
Se às vezes numa encruzilhada
Descobres que nunca estás sozinho

É uma escolha que se faz
E já não voltas atrás

No quadro que vais pintar
Se depressa o perceberes
És tu quem traça o rascunho
Escolhes as cores que quiseres

O destino não se esconde
Atrás de uma porta qualquer
Tens de o saber procurar
E merecer

Seguindo por essa estrada
És tu quem decide o teu caminho
Se às vezes numa encruzilhada
Descobres que nunca estás sozinho

É uma escolha que se faz
E já não voltas atrás


Banda: Polo Norte
Letra: O Teu Caminho

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Tuesday, January 15, 2008

Net Segura

Escrito por: Aires Vaz

07-Dez-2007

A Internet é um lugar fantástico onde podes falar com gente de todo o mundo e fazer novos amigos, aprender coisas sobre determinados assuntos e passar momentos divertidos. Mas, para poderes beneficiar de todas as vantagens da Internet, é fundamental que a utilizes em segurança.

in  Portal Seguranet

 

O ECRIE anuncia o lançamento do novo portal do projecto Seguranet (www.seguranet.pt/), com o objectivo de sensibilizar pais, professores, crianças e jovens para a utilização da Internet de uma forma crítica, esclarecida e segura. 

O tema da segurança na Internet, pela sua vastidão, pela sua pertinência e, acima de tudo, pela sua importância, presta-se ao desenvolvimento de um conjunto de actividades onde o espaço escolar é, sem dúvida, o local de eleição e o aluno, o principal actor. 

No portal Seguranet poderá consultar informação sobre a utilização segura da Internet. Estas informações são dirigidas a alunos, pais e professores. E todos podem participar nas Actividades Seguranet!

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Wednesday, November 21, 2007

A Lua de Joana

Título: A Lua de Joana
Autor(a): Maria Teresa Maia Gonzalez
Editora: Verbo

Resumo: Ainda não fiz o resumo porque estou com dificuldades, mas tem um site com algumas informaçôes: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/fichaleitura.htm

Ao lermos A lua de Joana, não podemos

deixar de pensar na forma como,

muitas vezes, relegamos para segundo plano

aquilo que é realmente importante na vida.
 

Porque este livro nos alerta para a importância

de estarmos atentos a nós e ao outro,

e de sermos capazes de, em conjunto,

percorrer um caminho que conduza a uma plena…

 

Não deixe de o ler!

 


O Alto Comissário para o Projecto Vida, Pe. Vítor Feytor Pinto

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Sunday, November 18, 2007

Retrato sobre a mesa

Naquele dia lindo de Outono, a mãe e o filho levantaram-se bem cedo para ir comprar pão fresco e depois foram dar uma volta ao jardim do parque.

Ao chegar a casa, a mãe e o filho viram um homem a espreitar pela janela, o que já era normal mas, desta vez ele estava mais suspeito que os outros dias.

Eles aproximaram-se da porta da entrada, e o homem fugiu como de costume.

Eles entram em casa.

Uma hora depois, o tal homem que costumava aparecer na janela, foi lá outra vez e pôs-se a observar. Minutos depois, de estar a observar, bate à porta e deixa uma carta.

A mãe vai lá, pega na carta e lê:

“Olá! Tudo bem convosco?

Vocês não sabem quem está a escrever esta carta mas, conhecem-me muito bem.

Eu costumo estar a observar-vos.

Eu estou a escrever esta carta para me encontrar convosco se for possível. O encontro é esta tarde no jardim do parque. Estarei lá à vossa espera.”

Já na parte da tarde, a mãe e o filho foram ter com o tal senhor que os observava todos os dias.

Encontraram-se e o senhor revelou a sua identidade, era nada mais, nada menos, que o pai do filho, ou seja, a mulher da mãe.

A mãe e o filho ficaram espantados, mas eles abraçaram-se na mesma.

Eles aceitaram-no, foram viver juntos, e sempre que olhavam para aquele retrato com a mãe e o filho, recordavam a história.

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Um filme, uma mensagem, um texto…

No ano de 2006, veio ao mundo uma notícia a dizer que milhares de biliões de árvores tinham sido destruídos pelos incêndios, tinham sido abatidas para fazer papel, etc., isto no ano de 2005.

Todo o mundo estava indignado com isso, e por isso os habitantes do Planeta Azul, começaram a reciclar mais papel, mas não conseguiam evitar os incêndios porque não sabem quem os incendiavam.

Todo o mundo precisava de papel.

Gastavam essencialmente para as escolas, para fazer composições, resumos, testes, etc., para entregar ao professor da disciplina.

Então um dia, um professor da disciplina de Português, chamado Paulo Faria, da Escola Básica Integrada de Vila-Cova fez com que os alunos utilizassem o blogue para avaliar os alunos com resumos, história inventadas, etc. através disso consegue avaliar os alunos sem ter de gastar papel. Com esta ideia, agora não é o único professor a utilizar o blogue.

O mundo, agora corta menos árvores, mas, infelizmente continuam a ser queimadas.

Todos os habitantes ou uma grande parte do Planeta Azul, estão com a esperança de cortar só algumas árvores por ano.

 

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Saturday, November 10, 2007

O rapaz chinês

Toda a gente conhecia aquele rapaz chinês, com quem simpatizavam muito, conversavam, etc.
 

Estava tudo a correr bem, aquela loja era um sucesso.

Numa véspera de natal, num dia calmo e sereno, a loja do rapaz chinês abriu o que não era costume. Estavam todos espantados, e como tal, aproveitaram e foram fazer mais umas comprinhas de natal.

Os clientes iam entrando… entrando, e o rapaz chinês recebi-os como sempre, mas estava um pouco estranho. Todos estranhavam aquela mágoa, a que ninguém conseguia ficar indiferente, pois ele era um rapaz bem disposto e com muito sentido de humor.

Na hora do almoço, a loja costuma fechar, e naquele dia não fechou.

Eram duas da tarde, e um amigo do rapaz chinês, que sabia que a loja estava aberta, aproveitou e foi a casa dos tios dele para pedir ajuda da prenda que ia dar ao rapaz chinês.

Bateu à porta, e quem lhe abriu foi o rapaz chinês. O amigo espantado disse:

- Que tás aqui a fazer?

- Tou a preparar as coisas pra logo à noite?

- Mas, tu não tavas na loja?

- Não, na véspera de natal os meus tios não abrem a loja.

Com aquela situação toda o amigo do rapaz chinês disse que o tinha visto. O rapaz chinês admirado foi com ele à loja.

Quando lá chegaram, entraram na loja, o rapaz chinês olhou para o outro e vice-versa. De tal modo ficaram espantados, e abraçaram-se, pensando que eram irmãos. Os tios do rapaz chinês apareceram, e o rapaz chinês pediu uma explicação para o aparecimento do outro rapaz chinês. Os tios fecharam a loja, levaram-nos para casa e explicaram tudo.

Festejaram o natal, uma semana depois, o ano novo.

Abriram de novo a loja que era conhecida pela loja de Macau, mas daí em diante foi conhecida pela “Pérola de Macau”, devido aos dois rapazes chineses, que eram as principais pérolas daquela loja.

Mais tarde, é que a gente daquela terra veio a saber, que o outro rapaz chinês desapareceu à nascença com um tio desconhecido deles e quando se fartou dele mandou-o ir para loja, trabalhar e comunicou aos tios que estava lá uma pessoa que não viam à muito tempo.

O tio desconhecido foi preso. Os gémeos ajudavam os tios na loja e ficaram unidos para sempre.

A “Pérola de Macau”, continua com coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas.

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Thursday, October 11, 2007

As Funções da Linguagem

Funções da linguagem são recursos de ênfase que atuam segundo a intenção do produtor da mensagem, cada qual abordando um diferente elemento da comunicação. Um texto pode possuir mais de uma função enfatizada.


Função emotiva ou expressiva
- a mensagem é centrada nas opiniões e emoções do emissor. Geralmente usa-se a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. O texto é pessoal, subjetivo. Exemplos: biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.


Função referencial ou denotativa
- a mensagem é centrada no receptor, o objetivo é informá-lo. O emissor procura fornecer informações da realidade, sem a opinião pessoal, de forma objetiva, direta, denotativa. A ênfase é dada ao conteúdo, às informações. Geralmente usa-se a 3ª pessoa do singular. Exemplos: textos jornalísticos e científicos.


Função apelativa ou conativa
- a mensagem é centrada no receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo. Geralmente usa-se a 2ª e 3ª pessoa, vocativos e imperativo. Exemplos: discursos, sermões, textos de publicidade e propaganda.


Função fática
- o canal é posto em destaque. O interesse do emissor é emitir e simplesmente testar ou chamar a atenção para o canal. Exemplos típicos da função fática são: “alô”, “pronto”, “oi”, “tudo bem?” “boa tarde”, “sentem-se”, etc. Ou na propaganda, de forma a chamar a atenção, a tipografia, layout, etc.


Função poética
- é aquela que põe em evidência a forma da mensagem, ou seja, que se preocupa mais em “como dizer” do que com “o que dizer”. A mensagem é posta em destaque, chamando atenção para o modo como foi organizada. É afetiva, sugestiva, conotativa, metafórica. Valorizam-se as palavras e suas combinações. Exemplos: linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas. Características: -Subjetividade -Figuras de linguagem -Brincadeiras com o código -Poesia -Letras de músicas -Propaganda


Função metalingüística
- o código lingüístico é posto em destaque. Usa-se o código para falar dele mesmo. Exemplos: dicionários, gramáticas, textos que analisam textos, poesias que abordam o assunto poesia.


Esse modelo foi proposto por Roman Jakobson no livro Lingüística e Comunicação (1970). Um outro linguista propôs uma sétima função, que é lúdica. Ela se encaixa nos textos como “uni duni tê, salameminguê”.

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Friday, October 5, 2007

Anita e a doçura

Um dia quando estava em casa sozinha decidi fazer compota de fruta para dar à minha mãe, já que eu não gostava. Eu adorava fazer bolos mas naquele dia tentei fazer compota de fruta.

Tentei fazer de morango… não deu, de marmelitos… não deu, de maça e também não deu. Experimentei com todo o tipo de fruta que tinha lá em casa mas nada.

Então, decidi pedir ajuda à minha mãe.

No dia seguinte, a minha mãe foi comprar marmelos, que por acaso não gostava nada.

A minha mãe ensinou-me a fazer compota de fruta e achou muito boa.

Passados alguns dias, a minha mãe, decidiu pregar-me uma partida, pôs compota de fruta no meio do meu pão e eu comi. Perguntei à minha mãe o que era e ela disse-me que era compota de fruta, achei que estava muito boa e decidimos fazer mais, mas desta vez com outros frutos.

Começamos a fazer mais e mais, mas agora era para encomendas.

Passou um ano, eu e a minha mãe, decidimos abrir uma loja.

A loja foi um sucesso, e a partir daí oferecia muitas compotas de fruta à minha mãe.

 

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Wednesday, October 3, 2007

As categorias ou elementos do texto dramático

As categorias ou elementos do texto dramático

  • A Acção é o desenrolar dos acontecimentos, através do diálogo, e da movimentação das personagens.

Observe o seguinte esquema:

Estrutura da acção
Interna
Exposição
Fase inicial em que se faz a apresentação das personagens e dos antecedentes da acção.
Conflito
Sucessão de acontecimentos que constituem a acção.
Desenlace
Parte final que contém o desenlace feliz ou infeliz da acção dramática.
Externa
Acto
Grande divisão do texto dramático, que decorre num mesmo espaço. Sempre que à mudança de cenário, há um acto.
Cena
Divisão do acto determinada pela entrada ou saída de uma personagem.
Tempo
Momento(s) em que a acção desenrola.
Espaço

Lugare(s) onde a acção decorre.

  • As Personagens são agentes da acção. À semelhança do que sucede no texto narrativo, podem desempenhar diferentes papéis.

Observe o seguinte quadro:

Relevo
Protagonista ou principal – à volta da qual se organiza a acção.
Secundária – menos importante que a personagem, é fundamental no desenrolar da acção.
Figurante – apenas ilustrando um cenário ou ambiente, não tem qualquer importância na acção.
Caracterização
Física – descrição do aspecto físico da personagem.
Psicológica – apresentação de atitudes e comportamentos da personagem, relacionamento com a sua personalidade.
Notas: estas características podem ser:
- relevadas a partir da fala das personagens;
- concluídas pelo leitor/espectador, através da observação do comportamento das personagens.
Trabalho elaborado para a disciplina de português
Wink

 

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Sunday, July 1, 2007

Para a pessoa que AMO(amava)…

Atiro hoje ao mar
Porque é o teu dia de anos
Com isto fazes-me chorar
Só me resta dizer AMO-TE

Pode não ser correcto
Mas tenho de mandar isto
Já não sei se te hei-de AMAR
Mas para que será isto?

Já gosto de ti há mais de um ano.

Parabéns

Feliz dia de anos

BEIJOS KIDOS E FOFOS

Posted by CEnes in 23:14:39 | Permalink | Comments (1) »