Sexta-feira | Abril 25, 2008

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.

Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar:

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...


Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

"O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."

Autor Desconhecido

Escrito por CEnes em 17:54:51 | Link permanente | Comments (0) |

25 de Abril - Dia da Liberdade

Liberdade é ser livre.
Liberdade é poder fazer o que queremos.
Liberdade é ser responsável.
Liberdade é agir correctamente sem prejudicar o próximo.

Carla Enes

Escrito por CEnes em 17:42:25 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 24, 2008

Amanhã é o 25 de Abril - Dia da Liberdade

Liberdade não é usar reticencias em tudo o que se faz, nem pôr pontos de interrogação nos bons conselhos.


Liberdade é sabes pôr um ponto final nos preconceitos, nas injustiças, ambição desmedida. É aproveitar bem a pausa da virgula para pensar, antes de agir.

O Essencial para o Básico Prático, Língua Portuguesa 7º/ 8º/9º Anos

Escrito por CEnes em 20:25:38 | Link permanente | Comments (0) |

Conjugação pronominal

A conjugação pronominal implica que o verbo seja conjugado com um pronome.


Na conjugação pronominal simples, o verbo é conjugado com os pronomes o, a, os, as.
Exemplo:
  • Pedro vendeu a sardinha. à Pedro vendeu-a.

Podendo estes tomar outras formas: lo, la, los, las. É o que acontece quando a forma verbal termina em -r, -s ou -z, que são omitidos.
Exemplo:

  • Vou comer o pão à vou comê-lo
  • Amas a arte à ama-la
  • Diz a verdade à di-la

Quando a forma verbal termina em m, os pronomes tomam as seguintes formas: no, na, nos, nas.

Exemplo:

  • Eles escrevem o livro à eles escrevem-no


Na conjugação pronominal reflexa, a acção do sujeito recai sobre ele próprio. Nesta conjugação, o verbo aparece ligado aos pronomes me, te, se, nos, vos, se.

Exemplo:

  • O Pedro senta-se, depois de vender sardinha.


Na conjugação pronominal recíproca, a acção de cada um dos sujeitos recai mutuamente sobre ambos. O verbo aparece ligado ao pronome se.

Exemplo:

  • Os irmãos abraçaram-se.
Escrito por CEnes em 18:49:54 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 17, 2008

Livro que estou a ler

Obra: Viagem a um mundo fantástico
Autor: Jostein Gaarder

Escrito por CEnes em 14:25:38 | Link permanente | Comments (0) |

Dia Mundial do Livro

Ler é viajar.
O livro é como uma noite a sonhar.

Carla Enes

Escrito por CEnes em 14:06:48 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira | Abril 08, 2008

Glossário de Teatro

Cenário - Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a historia se passa.

Comédia - Peça de teatro de crítica social. O seu objecto é fazer rir o espectador.

Peça - Texto que serve de base á representação.

Teatro - Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento.

Acção - Assunto, enredo, intriga, historia(s) de uma peça de teatro.

Acto - Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.

Actor - Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.

Cena - Subdivisão de um acto. E, cada cena, sai uma personagem ou entra outro.

Cenógrafo - Responsável pela criação/execução dos cenários.

Didascália - Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a historia e ao tempo em que ela decorre.

Guarda-roupa - conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças.

Papel - Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar.

Contra-regra - Aquele que marca a entrada dos actores em cena.

Deixa - Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.

Aparte - Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.

Bastidores - Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais.

Contracenar - Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.

Palco -
Parte do teatro onde os actores representam.

Ponto - Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.

Público - pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.

Autor/Dramaturgo - Autor de peças.

Caracterizador(a) - Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.

Director(a) - Responsável máximo por uma companhia de teatro.

Encenador (encenação) - Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis levando à cena um texto original ou adaptação de um original.

Figurinista - Técnico de teatro que se ocupe dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).

Fotógrafo (fotografia) - Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.

Luminotécnico - O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.

Produtor (produção) - Cargo em que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística.

Sonoplasta (sonoplastia) - Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.

Escrito por CEnes em 09:10:09 | Link permanente | Comments (0) |