Dinamarca no Norte da Europa. Na Dinamarca os Invernos eram longos com noites longas e dias curtos, era tudo muito rigoroso.
Há centenas de anos num certo lugar morava um cavaleiro e sua família. A sua casa era construída com bétulas em clareira.
Na primavera cobria-se tudo de folhas e o gelo desaparecia. Tudo ganhava mais vida.
Nas manhãs de verão verdes e douradas, as crianças muito cedo iam recolher coisas da natureza de verão.
E no Outono despia-se as árvores.
Em casa do Cavaleiro havia animação, luz, calor, entre outras coisas e lá fora havia gelo, vento e neve. Era sempre assim o Natal, até que num certo Natal o cavaleiro virou-se para os seus e disse que ia passar o próximo Natal na Palestina.
O cavaleiro partiu na primavera. Quando lá chegou o natal estava próximo. No dia de natal rezou lá toda a noite e à meia-noite julgou ter ouvido um cântico. Visitou todos os outros lugares santos e partiu depois de dois meses.
Durante a viagem foram assaltados pela tempestade e pararam no porto Java.
O cavaleiro disse que esperava por outro barco e o mercador, com quem travou amizade disse para ir para Veneza que era uma cidade espantosa à beira do mar Adriático.
O cavaleiro aceitou o convite.
Já em casa do mercador, quando estavam os dois à beira da fogueira o cavaleiro perguntou quem morava numa certa casa. O mercador entretanto contou a história de Vanina que tinha cabelos de oiro e que os penteava de noite, à janela onde os rapazes a viam. Jacob Orso que era seu tutor tinha prometido a Vanina, Arrigo em casamento. Entretanto , Vanina quando chegou aos dezoito anos disse que Arrigo era velho e que não casava com ele. A partir desse dia Vanina só saia aos domingos para ir à missa.
Num certo dia, apareceu Guidobaldo que estava de passagem e sentiu um perfume no ar e foi ter com Vanina, disse-lhe que para aquele cabelo doirado merecia um pente de oiro. Vanina sorriu e atirou seu pente. Na noite seguinte, Vanina disse que não se podia pentear pois não tinha pente. Guidobaldo ofereceu um pente de oiro. Um mês depois Guidobaldo foi pedir a mão de Vanina a Jacob. Jacob não deixou e eles decidiram fugir. As criadas foram dizer a Jacob que Vanina tinha fugido e ele foi para o porto marítimo e o marinheiro disse que eles chamaram um padre para os casar e depois fugiram.
O cavaleiro impressionou-se com a história de Vanina e dali a um mês a conselho do mercador para Florença, que o banqueiro recebeu com os amigos.
Na ceia falava-se de quase todas as sabedorias que existia.
A certa altura falam de Giotto, o discípulo de Cimabué que um dia viu a guardar seu rebanho enquanto pintava. Disse-lhe que fazia seu discípulo. Dante amigo de Giotto que fez um retrato dele também foi um retrato dele também foi um assunto tratado na ceia.
Dante de nove anos apaixonou-se por Beatriz e que morreu certo dia. Num dia Virgílio foi ter com Dante a pedido de Beatriz para conhecer onde Beatriz estava. Chegaram até Beatriz e ela mostrou-lhes tudo. A pedido de Beatriz, Dante escreveu um poema para mostrar tudo o que viu e o que tinha sabido de homens de boa bondade. Dante não foi respeitado e vagueou o resto da sua vida pelas cidades de Itália.
O cavaleiro partiu e passou por Bruges, Gande e Antuérpia.
Na viagem perto de Génova adoeceu e passaram dois meses numa casa de frades.
Dirigiu-se para Génova onde havia barcos. Decidiu partir por terra.
Foi para casa de um negociante que tinha histórias mais impressionantes.
O recém-chegado vinha com três coisas raras de encontrar naquela altura. Ele contou histórias de pretos, brancos e Pêro Dias.
Ele partiu de Antuérpia que também não conseguiu encontrar barcos.
Chegou o dia 24 de Dezembro e ele continuava a percorrer a floresta onde vivia.
O cavaleiro também encontrou um velho de barbas brancas seu conhecido que o convidou para passar o natal com ele.
Ele quase morrendo, rezou e viu uma luz que pensava que era uma lareira, aproximou-se e era a sua casa.