Sexta-feira | Fevereiro 23, 2007

E. B. I. 1,2,3 De Vila Cova - Artigo

O Professor Paulo Faria, da Escola Básica Integrada de Vila Cova, neste Ano Lectivo, 2006/2007, inventa uma nova estratégia. Este que para avaliar os alunos, pôs todos os seus alunos a criar um BLOGUE. Este BLOGUE que é mais uma das suas ferramentas pedagógicas. O Professor Paulo Faria, também decidiu pôr à prova o BLOGUE que pode servir de “porte fólio” e poupa mais as árvores.

 

       

Se todos os professores inventassem novas estratégias para avaliar os alunos o nosso país talvez evoluísse em termos de educação.

 

Escrito por CEnes em 20:05:19 | Link permanente | Comments (2) |

Terça-feira | Fevereiro 20, 2007

Carta Formal

Creixomil, 20 de Fevereiro de 2007

Carla Enes

ASSUNTO: Representação Teatral

Exmo. Sr. Presidente do Conselho Executivo

 

Dr. Alberto Rodrigues,

Venho por este meio comunicar que eu e o meu grupo gostaríamos de representar uma peça de teatro perante todos os alunos desta escola. Esta que foi representada na aula de Área de Projecto com a Professora Ana Teresa Pina Martins Coelho, em que os temas se baseia, na prostituição, gravidez na adolescência, na droga e na agressão familiar. Como a peça não é muito demorada pedimos também, que venha alguém especialista, falar sobre estes temas.

 

 

Agradeço desde já a atenção que nos foi dada.

 

Com os melhores e sinceros cumprimentos,

Carla Enes

Escrito por CEnes em 18:46:57 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira | Fevereiro 19, 2007

O Cavaleiro da Dinamarca

Dinamarca no Norte da Europa. Na Dinamarca os Invernos eram longos com noites longas e dias curtos, era tudo muito rigoroso.

Há centenas de anos num certo lugar morava um cavaleiro e sua família. A sua casa era construída com bétulas em clareira.

Na primavera cobria-se tudo de folhas e o gelo desaparecia. Tudo ganhava mais vida.

Nas manhãs de verão verdes e douradas, as crianças muito cedo iam recolher coisas da natureza de verão.

E no Outono despia-se as árvores.

Em casa do Cavaleiro havia animação, luz, calor, entre outras coisas e lá fora havia gelo, vento e neve. Era sempre assim o Natal, até que num certo Natal o cavaleiro virou-se para os seus e disse que ia passar o próximo Natal na Palestina.

O cavaleiro partiu na primavera. Quando lá chegou o natal estava próximo. No dia de natal rezou lá toda a noite e à meia-noite julgou ter ouvido um cântico. Visitou todos os outros lugares santos e partiu depois de dois meses.

Durante a viagem foram assaltados pela tempestade e pararam no porto Java.

O cavaleiro disse que esperava por outro barco e o mercador, com quem travou amizade disse para ir para Veneza que era uma cidade espantosa à beira do mar Adriático.

O cavaleiro aceitou o convite.

Já em casa do mercador, quando estavam os dois à beira da fogueira o cavaleiro perguntou quem morava numa certa casa. O mercador entretanto contou a história de Vanina que tinha cabelos de oiro e que os penteava de noite, à janela onde os rapazes a viam. Jacob Orso que era seu tutor tinha prometido a Vanina, Arrigo em casamento. Entretanto , Vanina quando chegou aos dezoito anos disse que Arrigo era velho e que não casava com ele. A partir desse dia Vanina só saia aos domingos para ir à missa.

Num certo dia, apareceu Guidobaldo que estava de passagem e sentiu um perfume no ar e foi ter com Vanina, disse-lhe que para aquele cabelo doirado merecia um pente de oiro. Vanina sorriu e atirou seu pente. Na noite seguinte, Vanina disse que não se podia pentear pois não tinha pente. Guidobaldo ofereceu um pente de oiro. Um mês depois Guidobaldo foi pedir a mão de Vanina a Jacob. Jacob não deixou e eles decidiram fugir. As criadas foram dizer a Jacob que Vanina tinha fugido e ele foi para o porto marítimo e o marinheiro disse que eles chamaram um padre para os casar e depois fugiram.

O cavaleiro impressionou-se com a história de Vanina e dali a um mês a conselho do mercador para Florença, que o banqueiro recebeu com os amigos.

Na ceia falava-se de quase todas as sabedorias que existia.

A certa altura falam de Giotto, o discípulo de Cimabué que um dia viu a guardar seu rebanho enquanto pintava. Disse-lhe que fazia seu discípulo. Dante amigo de Giotto que fez um retrato dele também foi um retrato dele também foi um assunto tratado na ceia.

Dante de nove anos apaixonou-se por Beatriz e que morreu certo dia. Num dia Virgílio foi ter com Dante a pedido de Beatriz para conhecer onde Beatriz estava. Chegaram até Beatriz e ela mostrou-lhes tudo. A pedido de Beatriz, Dante escreveu um poema para mostrar tudo o que viu e o que tinha sabido de homens de boa bondade. Dante não foi respeitado e vagueou o resto da sua vida pelas cidades de Itália.

O cavaleiro partiu e passou por Bruges, Gande e Antuérpia.

Na viagem perto de Génova adoeceu e passaram dois meses numa casa de frades.

Dirigiu-se para Génova onde havia barcos. Decidiu partir por terra.

Foi para casa de um negociante que tinha histórias mais impressionantes.

O recém-chegado vinha com três coisas raras de encontrar naquela altura. Ele contou histórias de pretos, brancos e Pêro Dias.

Ele partiu de Antuérpia que também não conseguiu encontrar barcos.

Chegou o dia 24 de Dezembro e ele continuava a percorrer a floresta onde vivia.

O cavaleiro também encontrou um velho de barbas brancas seu conhecido que o convidou para passar o natal com ele.

Ele quase morrendo, rezou e viu uma luz que pensava que era uma lareira, aproximou-se e era a sua casa.

 

Escrito por CEnes em 16:27:30 | Link permanente | Comments (1) |

Sábado | Fevereiro 03, 2007

O Defunto - “Seis contos de Eça de Queirós”

D. Rui de Cadernas, foi para Segóvia, em 1474. Morava ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Pilar, sua madrinha e por isso, ia rezar todos os dias diante da imagem de Nossa Senhora do Pilar.

Certo dia, D. Rui viu D. Leonor que mora em frente da mesma Igreja, no castelo de D. Afonso de Lara e apaixonou-se completamente. Passou a semana inteira a pensar em D. Leonor , mas desistiu logo.

A aia que estava sempre com D. Leonor foi dizer ao rei que D. Rui estava apaixonado por ela. O velho todo ciumento mandou reforçar os castelo e mandou D. Leonor para Cabril. Até quando um guarda e D. Afonso foi ter com D. Leonor ara escrever uma carta a D. Rui, para vir ter com ela.

Ia D. Rui entrar em casa quando apareceu um homem a entregar-lhe a carta e D. Rui respondendo que ia ter com D. Leonor. D. Rui antes de tomar caminho foi rezar diante da imagem da sua madrinha. Foi pelo Cerro dos enforcados a conselho do guarda, quando um dos enforcados lhe pediu para ir com ele e cortar a corda. D. Rui aceitou. Quando lá chegaram, deixaram um cavalo e seguiram para a quinta onde tinha um escada para D. Rui subir. Entretanto o enforcado pediu a D. Rui a capa e o chapéu, e ele não querendo dar, o enforcado tira-lhe a capa e o chapéu indo directo à escada, espetando-lhe uma adaga, por causa de D. Leonor que estava a grita “vilão”. O enforcado levantando-se, foi ter com D. Rui a dizer que o encontro era de morte.

Ao ir embora o enforcado disse que queria ir para a forca, que o amarrasse e que D. Rui contasse tudo a sua madrinha.

D. Afonso estava á procura do corpo de D. Rui quando lhe chegou aos ouvidos que um dos enforcados tinha sido retirado da forca e que tinha uma adaga espetada no peito. D. Afonso confirmando a história e sabendo que tinha sido ele a espetar a adaga em vez de espetar em D. Rui , saiu daquele sitio a correr com aquele segredo. Passado algum tempo foi encontrado morto no pátio.

Quando D. Leonor estava livre, foi a um certo Domingo à Igreja enquanto D. Rui estava diante do altar.

Em 1475 o bispo casou a D. Leonor e D. Rui.

Escrito por CEnes em 19:44:47 | Link permanente | Comments (0) |

O tesouro - “Seis contos de Eça de Queirós”

Havia três irmãos Rui, Guanes e Rastabal tinham um castelo já sem coisas e eram os mais pobres do Reino das Astúrias.

Num dia de Primavera foram há caça e encontravam uma arca com moedas de aro e o Rui disse para dividir por os três. Como era difícil de levar para casa Guanes foi fazer umas compras, e cada um ficou com uma chave.

Entretanto, rui lembrou-se que não o partilharia. Decidiram o matar. Quando Guanes apareceu mataram-se, caiu no silvado e ficaram com a chave. Logo depois Rostobal foi lavar-se e Rui matou-o também, caindo no tanque.

Rui com as três chaves foi ver o que Guanes tinha comprado. Viu duas garrafas de vinho e um frango assado, e pôs-se a comer e beber. Passando um bocado, sentiu um lume no estômago, pedindo socorro, caiu e morreu.

O tesouro ainda lá esta e os três irmãos jaziam mortos cada qual no seu sitio.

 

Escrito por CEnes em 19:38:04 | Link permanente | Comments (1) |

A aia - “Seis contos de Eça de Queirós”

Um rei, que foi batalhar por terras distantes, deixou sua rainha e seu filho. Quando um dos seus veio anunciar sua morte. A rainha chorou tudo o que ele tinha deixado principalmente o seu filho no meio de muitos inimigos. O tio do principezinho era o pior que murava num castelo.

O principizinho dormia ao lado dum folho da escrava que lhe dava de mamar. Amava os dois do mesmo modo a leal escrava.

Uma noite o tio cruel veio à procura do pequeno príncipe, e a aia apercebeu-se trocando as crianças de berço. O tio cruel apareceu pegando no berço real com o filho da escrava e mata-o. De repente aparece a rainha desesperada e quase nua, chamando seu filho. A aia descobre o príncipe. Por fim o tio anuncia a morte do príncipe qie era o filho da aia.

A rainha não sabia como pagar a morte do filho da aia, quando um velhote teve a ideia de dispor as jóias todas. A rainha concordou e levou-a ao trono. A aia espantou-se e pegou num punhal de esmeraldas. Encostando contra o peito diz que tinha salvo o príncipe e que ia dar de mamar ao seu filho.

 

 
Escrito por CEnes em 19:33:15 | Link permanente | Comments (0) |

Frei Genebro - “Seis contos de Eça de Queirós”

Havia um frade, há muito tempo chamado Genebro, que era discípulo de S. Francisco e tratava tudo e todos como os irmãos. Tentava ser santo.

 

Frei Genebro decidiu viajar e no caminho avistando um castelo lembrou-se de Frei Egídio e foi ao encontro dele onde havia um ribeiro e ele não pôs os pés na água e não bebeu agua para ser santo.

Quando já estava perto da cabana do Frei Egídio chamou por ele, respondendo que estava mal. Frei Genebro foi ter com ele dizendo que apetecia um pedaço de porco assado. Frei Genebro lembrou-se do rebanho de porcos que tinha visto à beira do ribeiro, e foi lá cortou uma perna de um porquinho e assou. Deliciado o Frei Egídio, Frei Genebro disse que ia mandar alguém do convento para tratar dele.

Com o passar dos anos a fama de Frei Genebro espalhou-se por ali, onde lhe fizeram uma homenagem e ele respondeu com uma passagem de estrume. Pois, Frei Genebro prefere ser desprezado.

Sentindo os seus últimos momentos de vida lembrou-se das palavras de S. Francisco e morreu. Os anjos cochichando que ele ia direito ao Paraíso. De repente o prato do mal equivaleu com o do bem, pois o prato do mal equivaleu com o do bem, pois o prato do mal tinha um porco com três patas. E com a mão de Deus levou-o direito à escuridão do Purgatório.

 

 
Escrito por CEnes em 19:29:54 | Link permanente | Comments (1) |

A civilização - “Seis contos de Eça de Queirós”

Um homem tinha um amigo chamado Jacinto. Jacinto tinha tudo de bom mas era aborrecido. O amigo de Jacinto dizia que não havia pessoa mais civilizada que ele conhecia.

Na biblioteca tinha de tudo, as coisas que ele usava, os instrumentos, aquilo com que ele escrevia, os dicionários, os aparelhos mais modernos que havia, entre outras coisas. Num dos aparelhos modernos tinha uma gravação e o amigo de Jacinto levou umas velhas para mostrar a gravação e o aparelho começou a repetir. De manhã o amigo reparou que ainda dava e só o electricista e calou. Na sala de jantar tinha talheres, copos, águas, cada secção tinha vários estilos. As comidas eram requintados. As travessas de prata que subiam da cozinha em elevadores e que quando lá foi jantar o bispo foi preciso chamar pedreiro para tirar um peixe. O Jacinto deixava o seu amigo ir ao quarto dele onde tinha mais modernices de Jacinta o seu amigo ganhou horror ao laboratório por causa da água a ferver. Jacinto ainda tinha contactos com novas invenções lia filósofos pessimistas.

 

  

Numa das Primaveras Jacinto resolve ir até ao Solar de Torges. Demorou sete semanas a preparar a viagem, com as obras que mandou fazer.

Eles partiram e tinham que mudar de comboio. Passaram sem problemas mas as 37 malas ficaram para trás. Quando chegaram não estava a procurador nem os cavalos. Conseguiram arranjar uma égua, um burro, um rapaz e um cão. Mas com a beleza de serra o Jacinto murmura que beleza. Chegaram arranjar uma água, burro, um rapaz e um cão. Mas com a beleza da serra o Jacinto murmura que beleza. Chegaram ao portão e o Zé Brás disse que não esperava sua insolência. Quando viu a casa estava na mesma porque procurador estava, por isso, não começaram as obras. Viu a casa por dentro e estava um horror. Na hora de jantar contemplou o céu, pois na cidade não dava para o fazer. O Zé Brás aparece dizendo que as camas estavam prontas e o Jacinto remediou-se com uma camisa. Habituado a ler antes de dormir pediu alguma coisa para ler ao amigo. Ele rasgou o jornal e deu Jacinto que adormece a ler.

No dia seguinte o amigo foi para casa de sua tia. Ao fim de três semanas regressa perguntando se ia embora no fim de Verão, este responde-lhe que ia ficar ali para sempre. Convida o seu amigo a comer uma truta, contando-lhe que tinha aprendido.

Depois de quarto anos Jacinto continua lá e o amigo da um salto ao palacete na cidade onde está tudo cheia do de pó.

Jacinto já não está aborrecido.

 

 

Escrito por CEnes em 19:17:37 | Link permanente | Comments (0) |