Quarta-feira | Novembro 21, 2007

A Lua de Joana

Título: A Lua de Joana
Autor(a): Maria Teresa Maia Gonzalez
Editora: Verbo

Resumo: Ainda não fiz o resumo porque estou com dificuldades, mas tem um site com algumas informaçôes: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/fichaleitura.htm

Ao lermos A lua de Joana, não podemos

deixar de pensar na forma como,

muitas vezes, relegamos para segundo plano

aquilo que é realmente importante na vida.
 

Porque este livro nos alerta para a importância

de estarmos atentos a nós e ao outro,

e de sermos capazes de, em conjunto,

percorrer um caminho que conduza a uma plena...

 

Não deixe de o ler!

 


O Alto Comissário para o Projecto Vida, Pe. Vítor Feytor Pinto

Escrito por CEnes em 17:37:16 | Link permanente | Comments (6) |

Domingo | Novembro 18, 2007

Retrato sobre a mesa

Naquele dia lindo de Outono, a mãe e o filho levantaram-se bem cedo para ir comprar pão fresco e depois foram dar uma volta ao jardim do parque.


Ao chegar a casa, a mãe e o filho viram um homem a espreitar pela janela, o que já era normal mas, desta vez ele estava mais suspeito que os outros dias.


Eles aproximaram-se da porta da entrada, e o homem fugiu como de costume.


Eles entram em casa.


Uma hora depois, o tal homem que costumava aparecer na janela, foi lá outra vez e pôs-se a observar. Minutos depois, de estar a observar, bate à porta e deixa uma carta.


A mãe vai lá, pega na carta e lê:


"Olá! Tudo bem convosco?

Vocês não sabem quem está a escrever esta carta mas, conhecem-me muito bem.

Eu costumo estar a observar-vos.

Eu estou a escrever esta carta para me encontrar convosco se for possível. O encontro é esta tarde no jardim do parque. Estarei lá à vossa espera."


Já na parte da tarde, a mãe e o filho foram ter com o tal senhor que os observava todos os dias.

Encontraram-se e o senhor revelou a sua identidade, era nada mais, nada menos, que o pai do filho, ou seja, a mulher da mãe.


A mãe e o filho ficaram espantados, mas eles abraçaram-se na mesma.


Eles aceitaram-no, foram viver juntos, e sempre que olhavam para aquele retrato com a mãe e o filho, recordavam a história.

Escrito por CEnes em 17:08:02 | Link permanente | Comments (0) |

Um filme, uma mensagem, um texto...

No ano de 2006, veio ao mundo uma notícia a dizer que milhares de biliões de árvores tinham sido destruídos pelos incêndios, tinham sido abatidas para fazer papel, etc., isto no ano de 2005.


Todo o mundo estava indignado com isso, e por isso os habitantes do Planeta Azul, começaram a reciclar mais papel, mas não conseguiam evitar os incêndios porque não sabem quem os incendiavam.

Todo o mundo precisava de papel.


Gastavam essencialmente para as escolas, para fazer composições, resumos, testes, etc., para entregar ao professor da disciplina.


Então um dia, um professor da disciplina de Português, chamado Paulo Faria, da Escola Básica Integrada de Vila-Cova fez com que os alunos utilizassem o blogue para avaliar os alunos com resumos, história inventadas, etc. através disso consegue avaliar os alunos sem ter de gastar papel. Com esta ideia, agora não é o único professor a utilizar o blogue.


O mundo, agora corta menos árvores, mas, infelizmente continuam a ser queimadas.

Todos os habitantes ou uma grande parte do Planeta Azul, estão com a esperança de cortar só algumas árvores por ano.

 
Escrito por CEnes em 12:35:31 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado | Novembro 10, 2007

O rapaz chinês

Toda a gente conhecia aquele rapaz chinês, com quem simpatizavam muito, conversavam, etc.
 

Estava tudo a correr bem, aquela loja era um sucesso.

Numa véspera de natal, num dia calmo e sereno, a loja do rapaz chinês abriu o que não era costume. Estavam todos espantados, e como tal, aproveitaram e foram fazer mais umas comprinhas de natal.

Os clientes iam entrando... entrando, e o rapaz chinês recebi-os como sempre, mas estava um pouco estranho. Todos estranhavam aquela mágoa, a que ninguém conseguia ficar indiferente, pois ele era um rapaz bem disposto e com muito sentido de humor.

Na hora do almoço, a loja costuma fechar, e naquele dia não fechou.

Eram duas da tarde, e um amigo do rapaz chinês, que sabia que a loja estava aberta, aproveitou e foi a casa dos tios dele para pedir ajuda da prenda que ia dar ao rapaz chinês.

Bateu à porta, e quem lhe abriu foi o rapaz chinês. O amigo espantado disse:

- Que tás aqui a fazer?

- Tou a preparar as coisas pra logo à noite?

- Mas, tu não tavas na loja?

- Não, na véspera de natal os meus tios não abrem a loja.

Com aquela situação toda o amigo do rapaz chinês disse que o tinha visto. O rapaz chinês admirado foi com ele à loja.

Quando lá chegaram, entraram na loja, o rapaz chinês olhou para o outro e vice-versa. De tal modo ficaram espantados, e abraçaram-se, pensando que eram irmãos. Os tios do rapaz chinês apareceram, e o rapaz chinês pediu uma explicação para o aparecimento do outro rapaz chinês. Os tios fecharam a loja, levaram-nos para casa e explicaram tudo.

Festejaram o natal, uma semana depois, o ano novo.

Abriram de novo a loja que era conhecida pela loja de Macau, mas daí em diante foi conhecida pela "Pérola de Macau", devido aos dois rapazes chineses, que eram as principais pérolas daquela loja.

Mais tarde, é que a gente daquela terra veio a saber, que o outro rapaz chinês desapareceu à nascença com um tio desconhecido deles e quando se fartou dele mandou-o ir para loja, trabalhar e comunicou aos tios que estava lá uma pessoa que não viam à muito tempo.

O tio desconhecido foi preso. Os gémeos ajudavam os tios na loja e ficaram unidos para sempre.

A "Pérola de Macau", continua com
coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas.

Escrito por CEnes em 18:14:40 | Link permanente | Comments (2) |